Quando artistas se juntam para idealizar um coletivo, é fundamental que mais do que apenas afinidade, todos tenham o mesmo propósito, afinal, “chegar lá” é importante, mas aproveitar o processo e cultivar as conexões feitas pelo caminho é ainda melhor.

E é nesse momento de descoberta que o Coletivo Polvo se encontra, se aventurando em cada etapa da trajetória e deixando sua marca de Downtempo, Afro e House pelos lugares onde passam, sejam eles grandes ou pequenos, um club ou um listening bar.

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O que começou mirando apenas no Sul da Bahia, acabou se estendendo para outras regiões e recentemente chegou até mesmo na Argentina, país onde tiveram cinco datas, todas em Buenos Aires, além de Montevideo, no Uruguai, cuja experiências eles contam abaixo:

“Na Argentina tocamos em um dos lugares mais undergrounds e conceituais da capital, o Avant Garten, dividindo a noite com um grande artista argentino chamado Sidirum, além do Elizer (Israel).

Nos conectamos com pessoas incríveis da música folclórica, como a galera local do coletivo A CARA DE PERO e criamos até colaborações em estúdios móveis. Em Montevideo marcamos presença na festa de música orgânica e sensorial Salvaje, organizada pelo Selvasoy e PORTAL SANDIA, um movimento importante de música ancestral, tribal e tropical. Foi muito enriquecedor”, comenta Zerobala, ⅓ do Coletivo Polvo.

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Antes dessa passagem, porém, eles também registraram memórias especiais pelo Sul do país, passando por Balneário Camboriú, Porto Alegre, Nova Hamburgo e Florianópolis.

“Em SC tivemos a experiência de tocar pela primeira vez nos famosos listening bar’s, como o Hangar (Floripa) e o Acaia (Balneário C.). Além disso, gravamos sets em vídeo na casa Urutau e disponibilizamos todos no Youtube para o registro ser eterno.

Em POA, tocamos no charmoso e alternativo casarão Ksa Centro, abrindo a noite pro Mezomo, além de termos gravado um outro videoset em Nova Hamburgo pela Senso Radio”, adicionou XICO.

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Após “encerrar” esses compromissos, eles adiantaram com exclusividade à Mixmag que pela frente devem soltar as primeiras faixas produzidas ainda neste semestre, abraçadas por labels como Agami e Ohxala, além de fazerem uma nova imersão no estúdio para finalizarem as criações iniciadas na estrada.

No final, eles reforçam o principal aprendizado dessa viagem que cruzou o Brasil e além:

Viver essa experiência nos permitiu assistir grandes apresentações eletro-orgânicas “live” e experimentais, absorvemos novas referências musicais, nos conectou com coletivos e artistas locais, resultou em colaborações futuras e ainda tivemos a chance de experimentar diferentes tipos de pistas, em diferentes horários e equipamentos, algo que não tem preço. Estamos no caminho.”, finaliza Ancestrall.

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